Tereos
Implantação do programa Liderança Antifrágil com toda a média gerência, em 45 experiências adaptadas ao cenário agrícola, com avanços relatados na disciplina, no engajamento e na segurança.

Liderança e cultura de segurança nas fazendas, nas frentes de colheita e na armazenagem, considerando a safra, as distâncias e quem realiza o trabalho.
No campo, as condições de trabalho mudam com o clima, a fase da cultura e a entrada de novas equipes. Uma frente de colheita pode se deslocar enquanto outras atividades continuam na fazenda. Quem coordena esse trabalho precisa compreender os riscos de cada situação e ter clareza sobre as decisões que pode tomar.
A distância da sede também conta. Uma orientação que parece clara na reunião corporativa pode chegar de outra forma ao operador, ao prestador de serviço ou ao supervisor. Vale observar como as pessoas recebem essa orientação, quais dúvidas conseguem trazer e o que acontece quando identificam uma condição diferente da prevista.
O planejamento da safra, a contratação e a disponibilidade de recursos influenciam essas escolhas. Por isso, compreender a cultura de segurança no agronegócio exige escutar tanto quem define as prioridades quanto quem conhece o trabalho nas frentes operacionais.
O diagnóstico pode reunir visitas às frentes de trabalho, conversas com equipes e lideranças e análise das práticas de gestão. A distribuição das unidades e o momento do ciclo agrícola orientam o desenho dessa escuta.
A partir daí, o trabalho ajuda a definir responsabilidades e rotinas que façam sentido para cada público. A formação da liderança e o acompanhamento das ferramentas consideram situações da operação, com espaço para rever o que não estiver sendo compreendido ou utilizado.
Conheça nossa abordagem →Implantação do programa Liderança Antifrágil com toda a média gerência, em 45 experiências adaptadas ao cenário agrícola, com avanços relatados na disciplina, no engajamento e na segurança.
Capacitação da alta liderança, da média gestão e da supervisão operacional, com extensão do programa às unidades integradas no primeiro ano pós-aquisição.
Transformação da cultura de segurança com fortalecimento da liderança e desenho de ferramentas simples para aprofundar o diálogo sobre riscos na operação.
Atuação no Brasil e no Paraguai com planejamento estratégico, apoio à transformação cultural, reporte de incidentes, regras de ouro e desenvolvimento das equipes.
Condução do Workshop Anual de Segurança por dois anos e coaching de seis meses com a equipe operacional brasileira para utilização do diário de segurança.
Guia de competências, Programa Donos da Segurança, treinamentos e comunicação, com apoio à revisão da gestão de terceiros e ao planejamento estratégico de 2017 e 2018.
Compreender as práticas de gestão e a experiência das equipes nas diferentes atividades.
Apoiar a implantação das práticas e acompanhar as dificuldades encontradas pelas equipes.
Desenvolver a liderança a partir de experiências relacionadas ao contexto do trabalho.
Examinar o entendimento das exposições críticas e o acompanhamento dos controles.
Definir prioridades, responsabilidades e formas de acompanhar o trabalho.
Compreender as condições e as decisões envolvidas para orientar o aprendizado da organização.

Cultura de segurança na produção de biocombustíveis e no aproveitamento energético da biomassa, com atenção à rotina industrial e às intervenções nas unidades.

Cultura de segurança para quem precisa conciliar produção, higienização e manutenção, em diferentes unidades e turnos.